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QUEM SOMOS NÓS


A Fraternidade Ortodoxa Sagrada Família, é uma Fraternidade que acredita que ninguém consegue ser cristão sozinho, por isso somos Ligados à Igreja Católica Ortodoxa Bizantina do Patriarca das nações, que tem como Patriarca SUA SANTIDADE DOM NIKOLAS I,cuja sede é em Paris na França. Somos Igreja cristãs autocéfala, herdeiras da cristandade do Império Bizantino, que reconhece o primado de honra do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla desde que a sede de Constantinopla e Roma deixaram de comungar, resultando no Grande Cisma.
A Igreja Ortodoxa tem uma longa história, contando-se a partir da Igreja Primitiva, e aproximadamente mil anos, contando-se a partir do Cisma do Oriente ou Grande Cisma, em 1054.
No seu conjunto, a Igreja Ortodoxa é a terceira maior confissão cristã (atrás do catolicismo romano), e também a segunda maior instituição religiosa do mundo (atrás da Igreja Católica Romana), contando ao todo com aproximadamente 250 milhões de fiéis, concentrados sobretudo nos países da Europa Oriental. As maiores igrejas locais são: A que fazemos parte, ou seja Igreja Ortodoxa das Nações, cuja sede em em Paris na França, tendo como Patriarca Dom Nicolas I ( foto ao lado); a russa, romena e a ucraniana.

Uma série de dificuldades estimulou um progressivo distanciamento entre Roma e os demais patriarcados. Primeiramente, a quebra da unidade política. Com a divisão do Império Romano em 395 e a queda do Império Romano do Ocidente em 476, Oriente e Ocidente deixaram de estar sob o mesmo governo. No século VI, o imperador Justiniano I empreendeu uma série de campanhas militares na parte ocidental ocupada pelos germânicos e que resultou na conquista da península itálica, mas que foi posteriormente perdida no século VIII com a progressiva penetração dos lombardos. Mais tarde, com a ascensão do Islamismo, as trocas econômicas e os contatos por via marítima entre o Império Bizantino, de língua grega, e o Ocidente, de língua latina, se tornaram mais difíceis, e a unidade cultural entre os dois mundos deixou paulatinamente de existir. No século VIII, Roma colocou-se sob a proteção do Império Carolíngio, o que criou uma situação em que as Igrejas em Roma e em Constantinopla estavam no seio de dois impérios distintos, fortes e autossuficientes, cada qual com sua própria tradição e cultura.

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